Palmas (TO),

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    13/09/2019

    Região que movimenta mais de R$ 1,3 bilhão no Tocantins é defendida por Ivan Vaqueiro na Assembleia

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    Nesta quarta-feira (11), produtores da região do município da Lagoa da Confusão, acompanhados pelo deputado Ivan Vaqueiro (PPS), realizaram uma reunião com parlamentares e representantes do Governo do Estado, na Assembleia Legislativa do Tocantins, para debater e apresentar práticas que estão desenvolvendo a região e beneficiando os rios da Bacia do Rio Formoso. Durante a reunião, foram apresentados dados que comprovam que nas áreas produtoras não existem focos de queimadas devido ao alto controle das técnicas de produção.

    Na ocasião, representantes da Aproest – Associação dos Produtores Rurais do Sudeste do Tocantins apresentaram as técnicas que estão sendo utilizadas na região e que estão garantindo uma vazão das águas dos rios superior a de anos anteriores, antes da instalação das barragens elevatórias, do sistema de rodízio de bombeamento das águas e do monitoramento em tempo real dos rios.
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    O deputado Ivan Vaqueiro defendeu total apoio aos produtores da região. "Esses homens estão garantindo o desenvolvimento de vários municípios e as técnicas aplicadas por eles estão preservando a nossa natureza. Podem ter certeza que a região produtora da Bacia do Rio Formoso é um exemplo para o mundo de agricultura sustentável", defendeu.

    Segundo dados da Aproest, por ano são movimentados mais de R$ 1,3 bilhão nas áreas irrigadas da região produtora da Bacia do Rio Formoso. "Os bons números são resultado de um trabalho sério", explicou o superintendente da Aproest, Wagno Milhomem. O controle da vazão das águas é feito por um sistema desenvolvido por técnicos da Universidade do Tocantins (UFT) e contou com um investimento de mais de R$ 1 milhão, como parte do plano para a proteção das águas.

    Futuro sustentável da Bacia do Rio Formoso

    Ainda na Assembleia, os produtores da Associação apresentaram um plano de desenvolvimento da região, envolvendo assentados, pequenos produtores e indígenas. A ideia é, para os próximos anos, repassar práticas sustentáveis para todos na região, garantindo a "preservação do meio ambiente para as futuras gerações e mais renda para a população beneficiada pela Bacia do Rio Formoso". 


    ASSECOM


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