Palmas (TO),

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    29/10/2019

    Governador Mauro Carlesse assina Medida Provisória que altera o Fundo e o Conselho de Segurança Pública do Tocantins

    Ato de assinatura foi realizado na Sala de Reuniões do Palácio Araguaia, nesta terça-feira, 29

    Mauro Carlesse assinou Medida Provisória que altera as leis que instituem o Fundo de Segurança Pública do Estado do Tocantins (FUSPTO) e o Conselho de Segurança Pública (Conesp) ©Frederick Borges
    O governador do Estado do Tocantins, Mauro Carlesse, assinou na manhã desta terça-feira, 29, a Medida Provisória que altera as leis que instituem o Fundo de Segurança Pública do Estado do Tocantins (FUSPTO) e o Conselho de Segurança Pública (Conesp). A medida também dispõe sobre a cumulação de responsabilidades administrativas para os integrantes da carreira de delegados de Polícia Civil. As alterações foram necessárias para que o Estado possa receber os recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

    O ato de assinatura da Medida Provisória foi realizado na Sala de Reuniões do Palácio Araguaia, com a presença do titular da pasta da Segurança Pública, Cristiano Sampaio, dos secretários chefe da Casa Civil, Rolf Vidal, e da Fazenda e Orçamento, Sandro Henrique e a cúpula da Polícia Civil do Estado. Com as adequações, a Polícia Civil e a Polícia Científica passaram a ser incluídas no Conselho Estadual de segurança Pública e o FUSPTO passa a ser vinculado à Secretaria da Segurança Pública. O Fundo tem por finalidade prover, em caráter complementar, recursos financeiros objetivando a modernização, o fortalecimento institucional, o reequipamento, a manutenção e a aquisição de bens de consumo e serviços para o Sistema de Segurança Pública do Estado do Tocantins.
    Cristiano Sampaio adiantou que essa medida vai permitir receber até o final de novembro algo em torno de R$ 5,5 milhões referentes ao exercício de 2019 ©Frederick Borges
    “São os últimos ajustes necessários, para que o Estado do Tocantins possa receber os recursos do Governo Federal, provenientes do Fundo Nacional de Segurança, destinados às ações das polícias, Civil, Militar Corpo de Bombeiros e ações da Secretaria de Segurança Pública de caráter preventivo, estruturação de centros de operações e vários projetos que foram mapeados a partir das necessidades do Estado”, explicou o titular da pasta da Segurança Pública, Cristiano Sampaio. Ele adiantou que essa medida vai permitir receber até o final de novembro algo em torno de R$ 5,5 milhões referentes ao exercício de 2019.

    Indenizações

    Em outro ponto da Medida Provisória, que versa sobre a cumulação de responsabilidades administrativas para os integrantes da carreira jurídica de Delegado de Polícia Civil, Cristiano Sampaio explicou que pela lei até então em vigor, somente era possível pagar o acúmulo de funções aos delegados que estivessem em delegacias e como o regimento interno criou as divisões especializadas não havia previsão na lei para que recebessem indenizações. “Essa Medida Provisória veio para corrigir essas distorções e permitir que quem está acumulando funções possa receber. Essa iniciativa mostra a sensibilidade do Governador Mauro Carlesse”, disse.
    Governador Carlesse destacou que a Segurança Pública é uma prioridade do Governo, e que está empenhado em aparelhar e dar melhores condições de trabalho aos envolvidos no setor
    O governador Mauro Carlesse destacou que a Segurança Pública é uma prioridade do Governo, e que está empenhado em aparelhar e dar melhores condições de trabalho aos envolvidos no setor. “Somos um Governo que faz política para melhorar as condições de vida das pessoas e do Estado do Tocantins. O que estamos fazendo é nossa obrigação, dar condições de trabalho aos servidores e aos organismos de segurança para mostrar para o Brasil que o Tocantins é um Estado seguro. O que muitos estados não fazem, nós estamos fazendo”, finalizou.
    Ato de assinatura contou com a presença do titular da pasta da Segurança Pública, Cristiano Sampaio, dos secretários chefe da Casa Civil, Rolf Vidal, e da Fazenda e Orçamento, Sandro Henrique e a cúpula da Polícia Civil do Estado ©Frederick Borges

    Por: Jarbas Coutinho


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