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    23/03/2020

    MIRACEMA| Ministério da Saúde antecipa campanha de vacinação contra gripe para esta segunda-feira, 23, vacina não previne contra covid-19

    ©DIVULGAÇÃO
    A Prefeitura de Miracema do Tocantins, por meio da Secretaria Municipal de Saúde comunica à população que o Ministério da Saúde antecipou para esta segunda-feira, 23, a Campanha de Vacinação contra gripe, que geralmente acontece no mês de abril.

    A medida visa proteger de forma antecipada os públicos prioritários contra os vírus mais comuns da gripe. A vacina contra influenza NÃO tem eficácia contra o coronavírus, porém, neste momento, irá auxiliar os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para coronavírus, já que os sintomas são parecidos. E, ainda, ajuda a reduzir a procura por serviços de saúde.

    1ª etapa: idosos e trabalhadores da saúde.

    Nesta primeira etapa, os públicos prioritários são idosos e trabalhadores da saúde, a vacina ficará disponível até 15 de abril. Serão realizadas mais duas etapas em datas e para públicos diferentes, alcançando cerca de 67,6 milhões de pessoas em todo o país. A meta é vacinar, pelo menos, 90% de cada um desses grupos, até o dia 22 de maio. Para isso, foram adquiridas 75 milhões de doses da vacina, que já estão sendo enviadas aos estados. O dia “D” de mobilização nacional para a vacinação acontece no dia 9 de maio (sábado). Nesta data, os 41 mil postos de saúde ficarão abertos para atender todos os grupos prioritários.

    Estudos e dados apontam que casos mais graves de infecção por coronavírus têm sido registrados em pessoas acima de 60 anos, grupo que corresponde a 20,8 milhões de pessoas no Brasil. Por isso, a primeira etapa da campanha contempla esse público.

    2ª etapa: doentes crônicos, professores e profissionais das forças de segurança e salvamento.

    A etapa seguinte da campanha terá início no dia 16 de abril com objetivo de vacinar doentes crônicos, professores (rede pública e privada) e profissionais das forças de segurança e salvamento.

    3ª e última fase: crianças e demais públicos discriminados abaixo.

    A última fase, que começa no dia 9 de maio, priorizará crianças de 6 meses a menores de 6 anos, pessoas com 55 a 59 anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas com deficiência, povos indígenas, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.

    Para viabilizar a campanha, o Ministério da Saúde investiu R$ 1 bilhão na aquisição de 75 milhões de doses da vacina. Até o momento, a pasta enviou aos estados 15 milhões de doses e mais 4 milhões serão distribuídas até o final de março. A vacina, composta por vírus inativado, é trivalente e protege contra os três vírus que mais circularam no hemisfério sul em 2019: Influenza A (H1N1), Influenza B e Influenza A (H3N2).

    ESCALA DE FUNCIONAMENTO PROVISÓRIO DAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE DE MIRACEMA DO TOCANTINS


    OBS: APÓS TÉRMINO DA SEGUNDA SEMANA, RETORNA FLUXO DA PRIMEIRA SEMANA.


    OBS: APÓS TÉRMINO DA SEGUNDA SEMANA, RETORNA FLUXO DA PRIMEIRA SEMANA.

    CASOS DE INFLUENZA NO BRASIL

    O Ministério da Saúde mantém a vigilância da influenza no Brasil por meio da vigilância sentinela de Síndrome Gripal (SG) e de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em pacientes hospitalizados. São 114 unidades distribuídas em todas as regiões geográficas do país e tem como objetivo principal identificar os vírus respiratórios circulantes, permitir o monitoramento da demanda de atendimento dos casos hospitalizados e óbitos.

    Em 2020, até a Semana Epidemiológica 11 (14 de março), foram registrados 165 casos e 13 óbitos por Influenza A (H1N1), 139 casos e 14 óbitos por Influenza B e 16 casos e 2 óbitos por Influenza A (H3N2). O estado de São Paulo concentra o maior número de casos de H1N1, com 42 casos e 2 óbitos. Em seguida, estão a Bahia (40 casos e 3 óbitos) e o Paraná (20 casos e 5 óbitos). No ano passado, o país registrou 5.800 casos e 1.122 óbitos pelos três tipos de influenza.

    Fonte: Ministério da Saúde
    Por: Juliana Carneiro


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