Palmas (TO),

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    01/06/2020

    CAPITAL| Número de acidentes e mortes cai em Palmas nos primeiros cinco meses de 2020

    Conforme o projeto Vida no Trânsito, de janeiro a maio, nove pessoas morreram vítimas do trânsito em Palmas.

    Cai o número de acidentes e vítimas fatais em Palmas em comparação com o mesmo período de 2019 — Foto: Guilherme Lima/TV Anhanguera
    O número de acidentes e mortes no trânsito caiu em comparação com o mesmo período de 2019. A diminuição pode ter relação com o isolamento social por causa da Covid-19. Desde março diminuiu o número de veículos em circulação na capital. (Veja vídeo acima)

    Conforme o projeto Vida no Trânsito, de janeiro a maio, nove pessoas morreram vítimas do trânsito em Palmas. No mesmo período de 2019, foram 21 mortes. Já nesta mesma época em 2018, 22 pessoas morreram.

    Maio chegou ao fim neste domingo (31). Durante o mês é realizado a conscientização no trânsito através do “Maio Amarelo”. Apesar da pandemia da Covid-19, a campanha foi feita normalmente.

    “Os nossos agentes de trânsito estiveram de forma prolongada realizando abordagens em veículos que a gente entendia ser suspeito. Acompanhado naturalmente pelas forças de segurança, como a Polícia Militar e Guarda Metropolitana”, explica Durval Júnior, secretário de Segurança e Mobilidade Urbana de Palmas.

    Segundo o perito de trânsito, José Carlos Rezende, o número de acidentes neste período de 2020 diminuiu, mas poderia ter sido ainda menor.

    “Muitos deles estão envolvidos com a bebida. Nem todos, mas boa parte sim. O uso de celular durante a direção, a desatenção do condutor em conversar e em estar desatento com a via pela qual está em tráfego”, explica.

    Conforme balanço, em todo ano de 2019, morreram no trânsito em Palmas 48 pessoas. Em 2018, o número era maior: 55 vítimas.

    Rezende orienta que o condutor deve ter atenção com revisões do veículo, não consumir bebida alcoólica antes de dirigir e não utilizar o celular quando estiver dirigindo.

    “Não sair com criança sem estar presa ao cinto de segurança ou em sua cadeirinha. Então, tudo isso tira a atenção”, afirmou.

    Por G1


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