Palmas (TO),

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    02/06/2020

    Deputado Prof. Júnior Geo cobra transparência sobre despesas do Estado durante a pandemia

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    Na tarde desta terça-feira, 2, durante a sessão ordinária na Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto) com a presença do secretário de Saúde do Estado, Luiz Edgar Leão Tolini, o deputado estadual Professor Júnior Geo (PROS) apresentou alguns questionamentos referentes aos contratos firmados pelo Executivo durante a pandemia em virtude do coronavírus.

    Na ocasião, o parlamentar questionou os contratos feitos nos meses entre março e maio pelo Executivo. Entre eles, os contratos nos valores de R$ 13.334.000,00 para aquisição de camas e R$ 4.427.000,00 para lavagem de roupas hospitalares. “Com a divulgação dos gastos específicos relacionados à atual emergência de saúde pública, o Estado reforça a importância da transparência para fortalecimento do controle social”, pontou o parlamentar.

    Segundo o secretário, diariamente são utilizadas 11 toneladas de roupas por dia, o que justifica a realização do devido contrato. “Rouparia, alimentação e manutenção são os três maiores contratos que nós temos”, disse. Sobre os contratos das camas hospitalares, Tolini afirmou que irá responder o questionamento ao Ministério Público Estadual (MPE), órgão que ajuizou uma ação pública para obrigar o Governo a lançar os gastos no Portal da Transparência.

    “Independente do Ministério Público estar promovendo a averiguação das camas hospitalares, o poder legislativo também fiscaliza e é um poder interdependente do Ministério Público. A solicitação feita por mim também tem que ser respondida”, afirmou Geo diante da resposta do secretário.

    Recentemente, o parlamentar também apresentou um requerimento que solicita ao Governo do Estado, a divulgação dos valores orçamentários e a execução de despesas do Governo do Estado do Tocantins relacionados especificamente ao enfrentamento da pandemia causada pelo coronavírus. Conforme o secretário, os contratos estão disponíveis no Portal da Transparência para consulta.

    Por Isadora Fontes


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