Palmas (TO),

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    09/11/2020

    Polícia Federal cumpre mandado contra suspeito de fraudar o Auxílio Emergencial em Araguaína

    Ação faz parte da Operação Primeira Parcela, que está sendo realizada pela PF no Tocantins, São Paulo e Bahia.

    ©DR
    Agentes da Polícia Federal cumprem nesta segunda-feira (9) um mandado de busca e apreensão contra um suspeito de cometer diversas fraudes ao Auxílio Emergencial em Araguaína, no norte do estado. A ação faz parte da Operação Primeira Parcela, que está sendo realizada pela PF no Tocantins, São Paulo e Bahia.

    O investigado no Tocantins é suspeito de cometer os crimes de furto mediante fraude e lavagem de dinheiro, além de possível envolvimento em quadrilha especializada em fraudes bancárias.

    A Operação Primeira Parcela busca identificar e desarticular a atuação de um suposto grupo criminoso que cometeu irregularidades para receber valores do Auxílio Emergencial. São cerca de 60 policiais federais cumprindo 10 mandados de busca e apreensão, além de quatro ordens de prisão.

    A PF informou que chegou aos suspeitos após o cruzamento de dados. A informação é de que os criminosos utilizavam dados de terceiros para solicitar o benefício concedido pelo Governo Federal aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados durante a pandemia de Covid-19.

    A operação é resultado da Estratégia Integrada contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE), que é formada pela Polícia Federal, o Ministério Público Federal (MPF) o Ministério da Cidadania (MCid) , a CAIXA, a Receita Federal (RF), a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (CGU).

    Os suspeitos poderão responder pelos crimes de estelionato, constituição de organização criminosa e lavagem de dinheiro, entre outros.

    A PF informou que todos os pagamentos indevidamente realizados são objeto de análise por parte da Polícia Federal e das demais instituições. Quem tiver recebido as parcelas sem preencher os requisitos legais deverá devolver os valores sob pena de ser alvo de investigações criminais.

    Por G1 

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