Palmas (TO),

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    02/02/2021

    Após acordo e isolar Tebet, MDB fica com a 1º vice-presidência do Senado

    O senador escolhido para o cargo é Vital do Rêgo (MDB-PB) e Romário (Pode-RJ), segundo vice-presidente

    ©DIVULGAÇÃO
    Após fazer acordo e isolar Simone Tebet na disputa da presidência do Senado Federal, o MDB garantiu, nesta terça-feira, a primeira vice-presidente do Senado, que ficou com Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). A disputa foi realizada por meio de votos, sendo que o emedebista recebeu 40 votos, superando Lucas Barreto (PSD-AP) que teve 33 votos.

    Os candidatos fizeram um acordo, o eleito seria aquele que obtivesse a maioria simples dos votos. Já a segunda vice-presidência será ocupada por Romário (Podemos-RJ).

    Com isso, a composição da Mesa Diretora, para o biênio 2021-2022, ficou com a seguinte configuração:
    • Presidente: Rodrigo Pacheco (DEM-MG)
    • 1º vice-presidente: Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB)
    • 2º vice-presidente: Romário (Podemos-RJ)
    • Primeiro secretário: Irajá (PSD-TO)
    • Segundo secretário: Elmano Ferrer (PP-PI)
    • Terceiro secretário: Rogério Carvalho (PT-SE)
    • Quarto Secretário: Weverton Rocha (PDT-MA)
    Disputa pela primeira vice

    MDB e PSD disputaram a primeira vice-presidência do Senado. O MDB queria que Veneziano Vital do Rego fosse o primeiro vice-presidente. O PSD queria dar o lugar para Lucas Barreto (PSD-AP).

    A bancada do MDB tem 15 senadores e é a maior da Casa. A do PSD tem 11 integrantes, mas o partido foi o primeiro a anunciar apoio a Pacheco e, por isso, reivindicava a função.

    Já o MDB passou a fazer composição com o parlamentar do DEM somente quando abandonou a candidatura de Simone Tebet (MDB-MS) à presidência.

    CCJ

    O comando das comissões do Senado também está em disputa pelas legendas.

    Nesta terça-feira, Pacheco disse que Davi Alcolumbre (DEM-AP), ex-presidente do Senado, pode ser o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a mais importante da Casa, que é cobiçada também por MDB e PSD.

    “Há uma possibilidade de o presidente Davi ser o presidente da CCJ, mas ainda está por definir. Temos que discutir com todos os líderes”, disse Pacheco.


    Por: Flávio Veras

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