Palmas (TO),

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    18/02/2021

    Vacina do Alzheimer iniciará testes em humanos em um ano: “Avanço da década”

    Em testes iniciais, a vacina demonstrou interromper completamente a proteína responsável pela neurodegeneração. O próximo passo será iniciar os testes em humanos e, se der certo, o mundo terá sua primeira vacina contra o Alzheimer!

    ©REPRODUÇÃO
    Sem dúvida, uma das preocupações que existem na velhice são as doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer. É por isso que há anos a medicina tenta encontrar a cura para uma patologia tão indesejada. A boa notícia é que há bons indícios de que podemos em breve ter uma solução preventiva para a doença.

    Pesquisadores da Universidade da Califórnia e de Irvine anunciaram que estão desenvolvendo uma vacina contra Alzheimer e que os testes em humanos começam dentro de apenas um ano.

    Os resultados positivos foram obtidos após a realização de estudos em ratos de laboratório, que sofreram uma deterioração cerebral semelhante à sofrida pelos humanos quando idosos, e depois tiveram o avanço dessa deterioração graças à vacina.

    Os resultados, publicados na revista Alzheimer’s Research & Therapy, relatam que os camundongos foram injetados com a vacina para eliminar o acúmulo de proteínas amilóide e tau, responsáveis ​​pela neurodegeneração, obtendo, como efeito, que a patologia em seus cérebros fosse interrompida.

    O endocrinologista responsável pela vacina, chamado Nikolai Petrovsky, disse à ABC que os testes renderam ótimos e animadores resultados, esperando que o próximo passo seja a aplicação em humanos nos próximos meses, assim que o problema da pandemia se normalizar.

    “É um momento empolgante para começar a nova década e, esperançosamente, este é o grande avanço da próxima década se pudermos fazê-lo funcionar em testes em humanos”, Nikolai Petrovsky para ABC.

    Petrovsky afirmou que a vacina seria por muitos anos o melhor tratamento que a humanidade poderia ter no combate ao Alzheimer, sobretudo os medicamentos existentes que por enquanto só ajudam a retardar a doença, sem garantia total.

    Por DESTAQUES PSICOLOGIAS DO BRASIL

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