Palmas (TO),

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    17/05/2021

    Polícia divulga fotos de serial killer que matou campo-grandense em Curitiba

    José Tiago Correia Soroka é responsável pelo assassinato de três homossexuais

    ©REPRODUÇÃO
    A Polícia Civil do Paraná (PCPR) divulgou a foto do suspeito de três latrocínios contra homossexuais, entre eles o campo-grandense, Marco Vinício que estudava medicina na PUCPR.

    Os crimes ocorreram entre os dias 16 de abril e 4 de maio deste ano, em Curitiba, no Paraná, e em Abelardo Luz, no Estado de Santa Catarina (SC). O homem possui mandados de prisão temporária em aberto pelos crimes.

    O indivíduo é responsável pelas mortes de David Júnior Alves Levisio, ocorrida no dia 27 de abril e Marco Vinício Bozzana da Fonseca, morto no dia 4 de maio, ambas na capital paranaense. Ele também é suspeito do latrocínio de Robson Olivino Paim, no dia 16 de abril, em Abelardo da Luz (SC).

    Ainda no dia 11 de maio, o homem tentou matar mais um homossexual, no bairro Bigorrilho, em Curitiba. Na ocasião, a vítima conseguiu resistir ao ataque, mas teve alguns bens subtraídos.

    As três vítimas eram homossexuais e moravam sozinhas. Os três homens foram encontrados mortos na cama de suas residências com sinais de asfixia e tiveram pertencentes subtraídos.

    De acordo com as investigações, o suspeito marcava os encontros por aplicativos de relacionamento entre homossexuais. Em um primeiro momento, o indivíduo trocava fotos com as vítimas e posteriormente se deslocava até a residência, ao chegar no o local as estrangulava. Após o sufocamento as cobria com cobertas.

    Inicialmente os casos foram tratados como homicídio, porém foram identificados pertences subtraídos dos locais. Após investigações, foram realizadas diligências para identificar o suspeito. A PCPR ainda contou com o apoio da Polícia Civil de Santa Catarina.

    A Polícia do Paraná solicita a colaboração da sociedade com informações que auxiliem na localização do procurado. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 197 da PCPR, 181 Disque Denúncia ou pelo 0800-643-1121, diretamente à equipe de investigação.



    Fonte: JD1
    Por: Sarah Chaves, com informações da Polícia Civil do Paraná

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